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Wellington Fagundes cobra transparência sobre BRT em Cuiabá e Várzea Grande

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11/06/2026 às 11h41
Por: Redação Fonte: Agência Senado
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 - Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
- Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
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Em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (10), o senador Wellington Fagundes (PL-MT) cobrou transparência do governo de Mato Grosso sobre a implantação do sistema de ônibus rápido (BRT) da região metropolitana de Cuiabá e Várzea Grande, previsto para entrar em funcionamento no final deste mês.

Segundo o parlamentar, a obra, apresentada como solução para a mobilidade urbana após a substituição do projeto do veículo leve sobre trilhos (VLT), acumula atrasos, aumento de custos e incertezas. O senador questionou a possibilidade de contratação, sem licitação, de empresas que já operam o transporte público metropolitano para integrar a operação do novo sistema e pediu esclarecimentos sobre os critérios adotados pelo governo estadual..

— Quando falamos de um serviço essencial, financiado com recursos públicos e que impactará milhões de passageiros ao longo dos próximos anos, toda decisão precisa ser absolutamente clara. A concorrência pública existe justamente para garantir igualdade de oportunidades, melhores propostas e, acima de tudo, mais segurança para o cidadão. Quanto maior o contrato, maior deve ser a transparência; quanto maior o investimento, maior deve ser a fiscalização; e, quanto mais dúvidas surgem, mais explicações o governo deve oferecer à sociedade — afirmou.

Fagundes também afirmou que a demora na conclusão da obra tem afetado moradores da região metropolitana e disse que a população tem o direito de conhecer os critérios adotados para eventuais mudanças no modelo de operação do sistema.

— Mato Grosso merece respostas claras. A população tem o direito de saber quem decidiu, por que decidiu e quais as vantagens concretas que essa mudança trará para o cidadão que utiliza o transporte coletivo. O dinheiro público é público, a obra é pública e o serviço é público e, por isso mesmo, o interesse público deve estar acima de qualquer interesse político, eleitoral ou econômico. É isso que esperamos. É isso que continuaremos cobrando — declarou.

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