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Creatina avança no Brasil e qualidade ganha protagonismo

O crescimento da suplementação no Brasil, impulsionado pela busca por saúde, performance e longevidade, elevou a creatina ao centro do mercado de s...

08/05/2026 às 18h21
Por: Redação Fonte: Agência Dino
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Divulgação / Atlhetica Nutrition®
Divulgação / Atlhetica Nutrition®

A creatina amplou sua presença no mercado brasileiro em meio à expansão contínua da suplementação alimentar, impulsionada por mudanças no comportamento de consumo ligadas à saúde, bem-estar e desempenho físico. Dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (ABIAD), em pesquisa sobre hábitos de consumo de suplementos alimentares no Brasil, indicam crescimento consistente do setor nos últimos anos, refletindo uma demanda mais ampla por produtos associados à rotina de cuidados preventivos e performance. Paralelamente, o Brasil figura entre os mercados de destaque na América do Sul para suplementos proteicos e de desempenho, acompanhando uma tendência global de expansão do segmento.

Nesse cenário, a creatina ganhou relevância não apenas pela popularização entre praticantes de atividade física, mas também pelo respaldo científico acumulado. A International Society of Sports Nutrition (ISSN) descreve a creatina monohidratada como um dos suplementos alimentares mais estudados do mundo, com evidências consistentes sobre segurança e benefícios relacionados à força, potência e composição corporal em indivíduos saudáveis quando utilizada dentro das recomendações adequadas.

Nova regulamentação aproxima o Brasil do consenso científico

No Brasil, uma mudança regulatória recente reforçou esse contexto. Com a publicação da Instrução Normativa nº 373/2025 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o limite diário permitido para consumo por adultos foi atualizado para 5g, acima do parâmetro anterior de 3g. A revisão aproximou a regulamentação brasileira de práticas já adotadas internacionalmente e alinhadas à literatura científica, além de ampliar a precisão técnica na formulação dos produtos disponíveis no mercado.

Ao mesmo tempo, o avanço da categoria ampliou os debates sobre qualidade e controle analítico. Monitoramentos recentes divulgados pela Anvisa sobre creatinas comercializadas no país vêm reforçando a importância de critérios relacionados à pureza, conformidade de rotulagem e rastreabilidade da matéria-prima. Dados regulatórios, análises setoriais e monitoramentos recentes conduzidos pela Anvisa sobre suplementos alimentares reforçam que o avanço da creatina ocorre em paralelo a um consumidor mais atento à composição, procedência e transparência regulatória.

Da pureza à rastreabilidade: a nova exigência do consumidor

Nesse contexto, o avanço das discussões sobre pureza, procedência e controle analítico também passou a impulsionar iniciativas mais robustas dentro da própria indústria. Entre os movimentos que surgem nesse novo cenário está a adoção de protocolos ampliados de verificação por marcas que buscam responder a um consumidor mais criterioso e a um ambiente regulatório mais exigente. A Atlhetica Nutrition®, por exemplo, passou a incorporar ao seu portfólio a CREATINE 100% PURE CREATEST30™, que possui o protocolo CREATEST30™, desenvolvido em parceria com a PHZON Group, startup especializada em validação analítica de suplementos.

Segundo materiais técnicos da empresa, o protocolo reúne 30 etapas de rastreabilidade técnica e 82 verificações laboratoriais por lote. O escopo inclui desde a mensuração do teor de creatina até análises de metais pesados, resíduos de agrotóxicos, subprodutos de síntese química e parâmetros microbiológicos. Esse cenário acompanha discussões mais amplas sobre segurança, procedência e transparência na categoria.

De acordo com Dr. Edmyr Junior, consultor técnico Latam da PHZON Group, a discussão sobre creatina vive uma mudança estrutural: "O mercado deixou de discutir apenas se há creatina no produto e passou a observar com maior profundidade o que acompanha essa composição ao longo de toda a cadeia produtiva". Dentro dessa lógica, a adoção de matéria-prima de grau clínico, rotas produtivas com maior controle técnico e protocolos analíticos mais extensos passou a representar um diferencial competitivo relevante em um setor historicamente pressionado por conformidade e rotulagem.

Em testes oficiais recentes conduzidos pela Anvisa, a Atlhetica Nutrition® apresentou conformidade nos critérios analisados relacionados à categoria de creatinas comercializadas no país. A adoção de protocolos analíticos mais extensos acompanha discussões observadas em diferentes segmentos da suplementação alimentar, com maior atenção à rastreabilidade, conformidade regulatória e controle de qualidade.

A atualização regulatória, os monitoramentos conduzidos por órgãos reguladores e o avanço das discussões sobre controle analítico refletem mudanças observadas no mercado brasileiro de suplementação alimentar nos últimos anos, especialmente em temas relacionados à padronização industrial, testes laboratoriais e transparência sobre a composição da matéria-prima.

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