Geral Dengue
‘Arrastão da Dengue’ remove quase 10 toneladas de materiais em bairros da Região Oeste de Franca
Ação conjunta das Secretarias de Meio Ambiente e Saúde mobilizou equipes e conscientizou moradores sobre a prevenção contra o mosquito Aedes aegypti
21/01/2025 08h06
Por: Redação

O primeiro “Arrastão da Dengue” de 2025, realizado no último sábado em onze bairros da Região Oeste de Franca, entre a Vila São Sebastião e o Jardim Martins, resultou na remoção de mais de 9,6 toneladas de materiais que poderiam se tornar criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya, zika e febre amarela urbana.

A operação foi conduzida em conjunto pelas Secretarias de Meio Ambiente e de Saúde. Caminhões percorreram as ruas recolhendo os materiais descartados pelos moradores, enquanto agentes da Vigilância visitavam residências e estabelecimentos comerciais para orientar a população sobre as medidas de prevenção contra a proliferação do mosquito.

Segundo a Vigilância Ambiental, o trabalho de campo, que se estendeu até aproximadamente 13 horas, alcançou os objetivos planejados, possibilitando o contato com um grande número de pessoas nos onze bairros abrangidos pela ação. A iniciativa reforça a importância da colaboração da comunidade na eliminação de potenciais focos do mosquito.

Além do “Arrastão”, a Secretaria de Saúde realizou outra ação de conscientização no mesmo final de semana. Durante a partida de basquete entre Franca Basquete e Paulistano, no ginásio “Pedrocão”, o público presente e os telespectadores puderam acompanhar uma ação de combate à dengue. Em parceria com o Franca Basquete, os mascotes da Vigilância, “Andrezinho” e “Condessa Dengue”, participaram do início do jogo com uma faixa alusiva ao combate ao Aedes aegypti e às formas de prevenção. A ação buscou atingir um público diversificado e reforçar a mensagem de prevenção de forma lúdica e educativa.

A Secretaria de Saúde reforça a importância da participação da população no combate à dengue. Em caso de suspeita de focos do mosquito, como larvas ou locais com água parada, a população pode acionar a Vigilância Ambiental pelos telefones (16) 3711-9408 ou 3711-9415. A denúncia e a eliminação de criadouros são medidas cruciais para o controle da doença.